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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Cadê o AMOR?

Quando penso que já vi de tudo ainda me surpreendo com a crueldade do ser humano. 

Menino que fez xixi na cama ficou exposto na rua, queimando no Sol, pelado e ao lado do colchão molhado. Uma criança humilhada, acuada e sentindo um castigo que dói mais na alma do que no corpo. 

 Sinto pena da criança, mas sinto ainda mais dos pais que não conseguiram descobrir, com a beleza da paternidade, o amor maior.  O que está acontecendo com nosso mundo humano? Onde será que estamos errando? Esses pais também tiveram pais, esse menino possivelmente será pai... Enfim, será que essa é a geração do desamor, da falta de informação ou simplesmente a falta de Deus na vida das pessoas? Confesso que me faltam palavras, perguntas e respostas para cenas como essas. 

Triste e decepcionado com semelhantes diferentes, ou seria diferentes semelhantes? 

Amor, cadê você? 

@[566564790083272:274:William Sanches]



 De: William Sanches


Quando penso que já vi de tudo ainda me 
surpreendo 
com 
a crueldade do ser humano. 

Menino que fez xixi na cama ficou exposto na rua, 
queimando no Sol, pelado e ao lado do colchão 
molhado. 
Uma criança humilhada, acuada e sentindo um 
castigo 
que 
dói mais na alma do que no corpo. 

Sinto pena da criança, mas sinto ainda mais dos 
pais que 
não conseguiram descobrir, com a beleza 
da paternidade, o amor maior. O que está 
acontecendo com nosso mundo humano? Onde 
será que estamos errando? Esses 
pais 
também tiveram pais, esse menino 
possivelmente será pai... Enfim, será que essa é a 
geração do desamor, da falta de informação ou 
simplesmente a falta de Deus na vida das pessoas? 
Confesso que me faltam palavras, perguntas e 
respostas para cenas como essas. 

Triste e decepcionado com semelhantes diferentes, 
ou 
seria diferentes semelhantes?
 

Amor, cadê você? 


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Mulher!! O mundo depende de sua sabedoria e honestidade para ir bem!

                        Parte 3

Por Lia Luft.

  Ainda pensamos nele, nas suas necessidades, emoções, desejo, frustrações, medo 
e fraquezas, como quando éramos namorados – ou estamos demais distraídas com 
as amigas, o bingo, o carteado, a butique, o mais recente mexerico sobre artistas de 
televisão ou sobre a vizinha? Não sei. Receio que responder seja tão duro quanto 
perguntar.
     Não acho que a gente deva ser boazinha, gueixa submissa ou serviçal ressentida, 
menininha de voz fina gingando em saltos altíssimos pela casa ou arrastando-se às 
4 da tarde de robe e pantufas com cara de cachorro (vi numa vitrine umas com 
orelhas!). 
     Importante seria não deixar que a poeira da banalidade abafasse o que havia entre 
a gente de encantamento e magia, ainda que o namorado agora seja um marido 
mais barrigudo, e menos cabeludo, de óculos, que chega em casa cansado demais 
pra reparar no quanto estamos bonitas ou exaustas demais.
     O bom seria que continuássemos amantes, sendo também amigos. Pois amor é 
amizade com sensualidade: se não gosto do outro com seus defeitos e qualidades, 
manias e até pequenas loucuras, como foi que o escolhi para viver comigo numa casa, 
na mesma mesa, cama e talvez todo o tempo de minha existência?
     Acho que, sim, somos demasiadas vezes chatas, cobradoras,
secas, lamurientas, 
infantis e de um egoísmo retumbante. Embora gostemos de nos apresentar como 
incompreendidas ou maltratadas, merecedoras de todas as compensações 
imagináveis, é bom ponderar que a mulher-vítima e a mãe-mártir inspiram culpa e 
aflição e perturbam toda uma família.
     Melhor ser natural. Melhor ser generosa com limites, sem se deixar explorar; melhor 
ser bem-humorada, porque alegria é muitas vezes a última esperança de um velho 
amor. Melhor ainda, melhor mesmo, é abraçar, fazer aquele carinho, olhar fundo no 
olho, e dizer alguma palavra antiga, esquecida nas correrias cotidianas. O coração 
se renova com a mesma fagulha que, há dois anos ou 20 ou até mais, fazia cada 
encontro uma emoção, e a gente sentia que ali, sim, estava o que mais queríamos na 
vida. Resta saber o que fizemos com aquela relação e como temos afinal lidado com 
esse homem que foi o objeto máximo de nosso desejo e sonho.



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