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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Câncer no fígado


Os tumores malignos de fígado podem ser divididos em dois tipos: câncer primário (que tem sua origem no próprio órgão) e secundário ou metastático (originado em outro órgão e que atinge também o fígado).

Dentre os tumores originados no fígado, o mais frequente é o hepatocarcinoma ou carcinoma hepatocelular. Agressivo, ocorre em mais de 80% dos casos. Outros tipos de câncer primário de fígado são o colangiocarcinoma (originado nos dutos biliares do fígado), o angiossarcoma (câncer raro que se origina nos vasos sanguíneos do órgão) e o hepatoblastoma, tumor maligno raro que atinge recém-nascidos e crianças nos primeiros anos de vida. 

Número de mortes:
 7.720, sendo 4.409 homens e 3.312 mulheres (2010)




Sintomas

Hepatocarcinoma
Dor abdominal, massa abdominal, distensão, perda de peso inexplicada, perda de apetite, mal-estar, icterícia (tonalidade amarelada na pele e nos olhos) e ascite (acúmulo de líquido no abdômen).



Detecção Precoce

A identificação precoce do hepatocarcinoma pode ser feita facilmente através da dosagem de um marcador tumoral, a alfafetoproteína sérica, no sangue, e da ultrassonografia abdominal. Essa substância é produzida por 40% a 70% dos fígados acometidos pelo câncer, mas não é detectada no sangue de pessoas com fígado saudável. A exatidão da ultrassonografia na identificação de tumores chega a 90%.


Prevenção

Hepatocarcinoma
A cirrose hepática está na origem de metade dos casos de hepatocarcinoma. A cirrose, por sua vez, está associada ao alcoolismo ou à hepatite crônica, cuja causa mais comum é a infecção pelos vírus das hepatites B ou C. Para não desenvolver cirrose hepática é preciso controlar a quantidade de álcool ingerida, nunca ultrapassando duas doses por dia. Já a transmissão do vírus da hepatite B pode ser prevenida pela vacinação.

Alimentação com alto teor de fibras (grãos inteiros, cereais, legumes e frutas) e baixo teor em gorduras saturadas previne vários tipos de câncer, como os do intestino, do reto, de mama e o de pulmão, tipos conhecidos por desencadear metástase para o fígado. Porém, é preciso atenção à origem de grãos e cereais, já que quando armazenados em locais inadequados e úmidos podem ser contaminados pelo fungo Aspergillus flavus, que produz a substância cancerígena aflatoxina, que é fator de risco para o hepatocarcinoma.

ColangiocarcinomaEstá relacionado a inflamações das vias biliares, principalmente com a infestação por um parasita do aparelho digestivo (clonorchis sinensis), muito frequente nos países asiáticos e africanos.
Angiocarcinoma
Associado ao potencial carcinogênico de substâncias químicas como cloreto de vinil, usado na fabricação de alguns tipos de plástico, os arsenicais inorgânicos e o Thorotraste (solução de dióxido de tório).

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Mesmo em quantias moderadas, o álcool aumenta o risco de vários tipos de câncer

Para Emma Smith, do Cancer Research UK, centro britânico de pesquisas para o câncer, é um erro tomar vinho tinto achando que isto fará bem à saúde.
"O vinho tinto contém uma quantidade muito pequena de resveratrol e as pessoas não deveriam beber vinho com a intenção de obter benefícios para a saúde", diz.
Ela ressalta que tradicionalmente o álcool tem uma ligação negativa com o câncer.
"É importante relembrar que, mesmo em quantias moderadas, o álcool aumenta o risco de vários tipos de câncer e estima-se que seja a causa de cerca de 12.500 casos de câncer na Grã-Bretanha todos os anos".

 Álcool é “DROGA”

Você sabia que o álcool é a droga mais perigosa do mundo, para humanidade? Não é a mais forte, mas, é a que mais provoca intrigas, violências, desemprego, acidentes; principalmente na família. Por ser a mais barata, a mais fácil de encontrar, por não ser proibida e por fazer parte da nossa cultura já a muitos anos, é que tornou-se motivo de destruição para muita gente. O álcool, é a “DROGA”  psicoativa mais antiga da humanidade. O consumo regular, traz complicações no sistema digestivo, podendo resultar em câncer na boca, faringe, laringe e esôfago, atrofia do cérebro, demência, icterícia, tele-angioma (ruptura dos vasos sanguíneos da superfície), eritema palmar, varizes abdominais, fluído abdominal, atrofia testicular, pancreatite, edema de tornozelos, tendência a sangramento fácil, tremor, cirrose, hipertensão, dilatação dos vasos sanguíneos, coração aumentado e enfraquecido, etc. Também afeta a memória e destrói a vida social familiar e afetiva do dependente. Você sabia que a dependência alcoólica é uma doença incurável? Além de provocar muitas doenças graves (que vemos a seguir), que quando diagnosticadas, dificilmente o médico fala que elas são conseqüência do uso de bebidas alcoólicas.


Câncer

A longo prazo, o álcool aumenta também o risco de desenvolver outros tipos de câncer, especialmente no esôfago, boca, garganta e cordas vocais. As mulheres têm um risco ainda maior de desenvolver câncer de mama.              A bebida também pode aumentar o risco de câncer de intestino.


Pancreatite

O pâncreas é o órgão que ajuda a regular os níveis de açúcar no corpo, produzindo insulina e desempenha papel importante na digestão de diversos alimentos. A ingestão diária de bebidas, pode levar à pancreatite (inflamação do pâncreas). Os sintomas são dores abdominais agudas e perda de peso, podendo levar à morte.


Devemos nos prevenir contra o alcoolismo, quando nos deparamos com as agressivas propagandas de cerveja na televisão. Como a maioria não tem informações sobre os grandes males provocados pelo ÁLCOOL, ficamos no mínimo atraídos e vulneráveis a elas, pois, as fábricas para nos impressionar, contratam a peso de ouro as mais belas garotas, artistas e esportistas consagrados. Montam  um impressionante e bem humorado cenário para prender a nossa atenção e assim encher os olhos e aguçar a curiosidade, de quem as vê.


E é aí que mora o grande perigo. As fábricas nunca irão dizer que o ÄLCOOL é uma droga destruidora, que pode levar à morte. E nem irão alertar que destroem  sonhos, famílias, vidas. O único interesse delas, é o lucro financeiro.


Para os adultos, estas propagandas podem até provocar menos impacto. Mas, para os jovens que ainda não tem uma opinião formada sobre o assunto, tornam-se um alvo fácil e acabam fazendo uso do Álcool de forma prematura, desencadeando um efeito que por certo não acabará bem.


Segundo a Secretaria Nacional Antidrogas, nos dias atuais vemos os jovens e (também as jovens), entrando no uso do Álcool, muito mais cedo. Nas décadas de 80 e 90, era comum eles começarem a experimentar algum tipo de bebida alcoólica entre 14 e 15 anos de idade. Hoje porém, o início se dá entre 10 e 11 anos. Isto é destruidor, pois, o organismo deles ainda está em formação, tornando-os assim perigosamente vulneráveis a doenças físicas, mentais, e sendo induzidos a experimentarem outras drogas também.


Os noticiários de rádio e tv, dão conta de que 70% dos acidentes, tem como principal causa a ingestão de bebidas alcoólicas, dos quais, 50% ocasionam vítimas fatais e 50% deixam as pessoas com seqüelas as vezes irreparáveis, ocasionando um gasto excessivo aos cofres públicos e muita tristeza nas famílias.


Os homicídios, também tem como foco principal o uso de Álcool, onde cerca de 70% dos crimes contra a vida, são cometidos por pessoas alcoolizadas e geralmente após as 22 horas.


Os acidentes de trânsito no Brasil, apresentam dados alarmantes, e matam mais do que todas as guerras juntas. Aproximadamente 42.000 pessoas morrem por ano, vítimas de acidentes de trânsito. Desse percentual, 34.000 morrem no local do acidente e 8.000 são feridos graves que morrem posteriormente nos hospitais. Grande parte dessas mortes poderiam ser evitadas, se os motoristas  fossem mais responsáveis e prudentes, se evitassem de  beber antes de dirigir.

Por conta do grande número de dependentes e da relação íntima do álcool e do tabaco com as drogas ilícitas, a subcomissão do Senado também debate um maior controle das drogas lícitas, tratadas como prioridade pela Associação Médica Brasileira (AMB).

O álcool ainda é a droga que acarreta mais problemas de saúde e prejuízos para a sociedade brasileira. Foto: Felipe Barra
Adiar o contato da juventude com o álcool é importante porque pesquisas científicas confirmam que a dependência química é mais comum entre pessoas que tiveram contato com ele principalmente antes dos 21 anos. Cerca de 90% dos fumantes tornam-se dependentes da nicotina entre os cinco e 19 anos e há 2,8 milhões de fumantes nessa faixa etária.
“É na festinha que tem cerveja, pinga, gim, rum etc. que se começa a oferecer também outras drogas. No mínimo 80% dos dependentes que chegam às unidades de tratamento começaram no álcool e em outras drogas”, afirma o senador Wellington Dias. E completa: “A gente acha natural ter em casa lugares para guardar bebida, e depois se surpreende com as consequências”.

Álcool é uma droga mais problemática que o crack, dizem médicos

Chamados ao Senado para falar sobre problemas com drogas, especialmente o crack, médicos e psiquiatras, além de todos os representantes das comunidades terapêuticas, foram unânimes em alertar que o grande peso para a saúde pública é a dependência de álcool.

Droga legal, álcool é vendido livremente no país: 16% dos adolescentes dizem beber em grandes quantidades.
“Embora ainda não tenhamos dados confiáveis sobre o crack, o aumento da visibilidade não corresponde à magnitude do problema. Os problemas relacionados ao álcool são, de longe, muito mais significativos. O número de pessoas envolvidas e o custo econômico em relação ao álcool são infinitamente superiores aos do crack”, afirmou o psiquiatra Roberto Kinoshita, coordenador da área de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde.
“Notoriamente, o álcool representa a maior preocupação em relação à drogadição, por uma questão estatística irrefutável”, reforçou o vice-presidente do CFM, Carlos Vital Corrêa Lima.
“Acho que pedagogia é adotar a mesma atitude diante da substância predominante dos adultos [álcool]”, sugere o psiquiatra Carlos Alberto Salgado. Ele considera um paradoxo a sociedade brasileira se indignar tanto com a presença e a disponibilidade brutal do crack e ter uma atitude permissiva com relação ao álcool. Salgado lembra que, além dos danos causados ao organismo, o álcool é responsável por grandes prejuízos à sociedade, como no caso dos milhares de acidentes e vítimas fatais, causados por motoristas bêbados, principalmente nos feriados nas estradas brasileiras.

Salgado: “Nos incomodamos com o crack, mas há 1 milhão de pontos de venda de álcool, droga cujo uso é até incentivado”.
As afirmações se sustentam em todos os levantamentos realizados, que apontam o álcool como a droga mais consumida.
O vinho é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio. Provérbios 20: 1
Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte; Provérbios 31:4
O pensamento do tolo é pecado, e abominável aos homens é o escarnecedor. Provérbios 24:9
O escarnecedor busca sabedoria e não acha nenhuma, para o prudente, porém, o conhecimento é fácil. Provérbios 14:6
Se fores sábio, para ti serás sábio; e, se fores escarnecedor, só tu o suportarás. Provérbios 9:12
O escarnecedor não ama aquele que o repreende, nem se chegará aos sábios. Provérbios 15:12
Não repreendas o escarnecedor, para que não te odeie; repreende o sábio, e ele te amará. Provérbios 9:8


Problemas relacionados com o Alcoolismo nas Mulheres e nos Homens
Distúrbios Cardiovasculares
O cálcio é um potente vasoconstritor. O álcool potencializa a ação do mineral nas paredes das artérias, o que facilita a hipertensão, um dos principais fatores de risco para infartos e derrames.
Mulheres X  Homens 
Como os vasos sanguíneos das mulheres são naturalmente mais estreitos do que o dos homens, o risco de hipertensão e insuficiência cardíaca chega a ser 40% maior entre elas.
Doenças Hepáticas
O fígado é, por excelência, o órgão de processamento do álcool e, portanto, o mais prejudicado pelo consumo excessivo de bebida (alcoolismo). O vício leva ao acúmulo de gordura no fígado, o que pode desencadear um quadro de hepatite ou cirrose. O fígado só metaboliza uma dose de álcool por hora – o excesso é despejado na corrente sanguínea, intoxicando outros órgãos.
Mulheres X  Homens
Para os mesmos níveis de ingestão de álcool, o risco de cirrose é 3 vezes  maior no sexo feminino do que no masculino.
Câncer
O hábito da bebida (alcoolismo) pode levar a um quadro de inflamação celular crônica, facilitando o crescimento desordenado de células. A bebida está associada sobretudo aos cânceres de fígado, estômago, intestino, esôfago, pâncreas e mama.
Mulheres X  Homens
Como as mulheres retém quantidades elevadas de álcool no sangue, o câncer, entre elas, costuma aparecer 5 anos antes do que nos homens.
Osteoporose
Mediante a exposição constante e exagerada ao álcool, as células formadoras de ossos perdem o vigor. O esqueleto se enfraquece.
Mulheres X Homens
Mulheres com menos de 60 anos que tomam de duas a seis doses diárias de álcool têm risco 30% maior  de fratura do colo do fêmur.
Distúrbios Neurológicos
Uma das regiões cerebrais mais afetadas pelo álcool é o hipocampo, área responsável pelo processamento e armazenamento da memória. 
Mulheres X Homens
Problemas de memória associados ao vício da bebida são 30% mais comuns entre as mulheres do que entre os homens.
Transtornos Psiquiátricos
O álcool desregula o equilíbrio de dopamina e serotonina, substâncias cerebrais associadas à sensação de bem-estar e prazer. No início, a bebida provoca um aumento nos níveis de dopamina e serotonina. Com o tempo, porém, o organismo reduz a produção natural de tais compostos, o que favorece as doenças psiquiátricas.
Mulheres X Homens
A ocorrência de depressão é 30% a 40% maior entre as mulheres dependentes de álcool do que entre os homens na mesma situação. Anorexia e Bulimia estão presentes em 15% e 32% das pacientes que abusam do álcool.
Envelhecimento Precoce da pele
O álcool desidrata o organismo. A água é essencial para manter o vigor das fibras de sustentação e elasticidade da pele, o colágeno e a elastina.
Mulheres X Homens
No sexo feminino, a probabilidade de aparecimento precoce de rugas decorrente do abuso de álcool é 30% maior do que no sexo masculino.
Fica Evidente que o Alcoolismo é prejudicial tanto para homens quanto para as mulheres, mas o prejuízo para elas é maior.
 http://atualizacaofarmaceutica.com/farmacologia/neurologia/alcoolismo

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Bebida alcoólica é droga!!!

Logotipo Universidade  Federal de São Paulo
Departamento de Psicobiologia
UNIFESP/EPM

Álcool
1. Histórico do álcool e Tipos de Bebidas
Embora seja uma droga, freqüentemente o álcool não é considerado como tal, principalmente pela sua grande aceitação social e mesmo religiosa. Pode-se observar nas obras gregas, mitos sobre a criação do vinho. Com destaque para as figuras de Dioniso, Icário e o Rei Anfictião protagonizando a visão grega sobre o uso do vinho (álcool). Nos dias de hoje, é prática em muitas famílias a "iniciação" das crianças no consumo do álcool. A permissividade ao álcool leva à falsa crença de inocência do uso do álcool, mas o consumo excessivo tem se tornado um dos principais problemas das sociedades modernas.
O álcool contido nas bebidas é cientificamente conhecido como etanol, e é produzido através de fermentação ou destilação de vegetais como a cana-de-açúcar, frutas e grãos. O etanol é um líquido incolor. As cores das bebidas alcóolicas são obtidas de outros componentes como o malte ou através da adição de diluentes, corantes e outros produtos.
No Brasil, há uma grande diversidade de bebidas alcóolicas, cada tipo com quantidade diferente de álcool em sua composição. Alguns exemplos:
Bebida
Porcentagem de Álcool
Cerveja
5%
Cerveja "light"
3,5%
Vinho
12%
Vinhos fortificados
20%
Uísque, Vodka, Pinga
40%

2. O que o álcool faz no organismo?
O álcool é absorvido principalmente no intestino delgado, e em menores quantidades no estômago e no cólon. A concentração do álcool que chega ao sangue depende de fatores como: quantidade de álcool consumida em um determinado tempo, massa corporal, e metabolismo de quem bebe, quantidade de comida no estômago.
Quando o álcool já está no sangue, não há comida ou bebida que interfira em seus efeitos. Num adulto, a taxa de metabolismo do álcool é de aproximadamente 8,5g de álcool por hora, mas essa taxa varia consideravelmente entre indivíduo.
Os efeitos do álcool dependem de fatores como: a quantidade de álcool ingerido em determinado período, uso anterior de álcool e a concentração de álcool no sangue. O uso do álcool causa desde uma sensação de calor até o coma e a morte dependendo da concentração que o álcool atinge no sangue. Os sintomas que se observam são:
  • Doses até 99mg/dl: sensação de calor/rubor facial, prejuízo de julgamento, diminuição da inibição, coordenação reduzida e euforia;
  • Doses entre 100 e 199mg/dl: aumento do prejuízo do julgamento, humor instável, diminuição da atenção, diminuição dos reflexos e incoordenação motora;
  • Doses entre 200 e 299mg/dl: fala arrastada, visão dupla, prejuízo de memória e da capacidade de concentração, diminuição de resposta a estímulos, vômitos;
  • Doses entre 300 e 399mg/dl: anestesia, lapsos de memória, sonolência;
  • Doses maiores de 400mg/dl: insuficiência respiratória, coma, morte.
Um curto período (8 a 12 horas) após a ingestão de grande quantidade de álcool pode ocorrer a "ressaca", que caracteriza-se por: dor de cabeça, náusea, tremores e vômitos. Isso ocorre tanto devido ao efeito direto do álcool ou outros componentes da bebida. Ou pode ser resultado de uma reação de adaptação do organismo aos efeitos do álcool.
 A combinação do álcool com outras drogas (cocaína, tranqüilizantes, barbituratos, antihistamínicos) pode levar ao aumento do efeito, e até mesmo à morte.
 O efeitos do uso prolongado do álcool são diversos. Dentre os problemas causados diretamente pelo álcool pode-se destacar doenças do fígado, coração e do sistema digestivo. Secundariamente ao uso crônico abusivo do álcool, observa-se: perda de apetite, deficiências vitamínicas, impotência sexual ou irregularidades do ciclo menstrual.
3. Tolerância e Dependência ao álcool
O uso regular do álcool torna a pessoa tolerante a muitos dos seus efeitos, sendo necessário maior consumo para o indivíduo apresentar os mesmos efeitos iniciais.
A dependência física ocorre em consumidores de grandes doses de álcool. Como já estão adaptados à presença do álcool, esses indivíduos podem sofrer sintomas de abstinência quando param de beber. Os sintomas de abstinência são: nervosismo ou irritação, sonolência,  sudorese, diminuição do apetite, tremores, convulsões e alucinações.
Pode-se desenvolver a dependência psicológica com um uso regular do álcool, mesmo que em pequenas quantidades. Nesse tipo de dependência há um desejo persistente de consumir álcool e sua falta pode desencadear quadros ansiosos ou mesmo de pânico.
4. Álcool e Gravidez
O consumo de álcool durante a gravidez expõe a criança aos efeitos do álcool. O mais grave desses efeitos é a Síndrome Fetal pelo Álcool, cujas características incluem: retardo mental, deficiência de crescimento, deformidade facial e de cabeça, anormalidades labiais e defeitos cardíacos.
5. Fatos Interessantes Sobre o Álcool
1) Epidemiologia do uso (quem usa, onde, situação)
2) Acidentes de trânsito relacionados ao uso de álcool
3) O álcool e o trabalho
4) Custos hospitalares creditados ao uso do álcool
5) Leis sobre o uso do álcool
6) Fontes de dados

O álcool queima a cauda do espermatozóide e isto origina filhos tarados. O alcoólico, com o tempo, sofrerá de pressão alta e cardiopatias. O mais grave é que o álcool, por ser um depressor, gera impotência sexual prematura .

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